História

Quem Somos

Notícias

Destaques

Actividades

Galeria

Boletim Informativo

Contactos

Links

Livro de Visitas

 Home

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

História

Casa do Povo de Corroios

Freguesia de Corroios

 

 

 

Casa do Povo de Corroios

A Casa do Povo de Corroios foi fundada em 6 de Maio de 1934 com o nome de Casa do Povo de Amora, uma vez que a localidade de Corroios se encontrava na altura integrada na freguesia de Amora.

A Casa do Povo de Amora nasce a partir da Associação de Beneficiência Fúnebre de Corroios, uma vez que a direcção desta associação decidiu aderir ao decreto-lei que criou as Casas do Povo em Portugal. Josué Bernardo d’Oliveira e António Pereira Coelho foram os dois sócios que decidiram desta forma o futuro da colectividade.

Inauguração da Sede da Associação de Beneficiência Fúnebre de Corroios

 

 

Festa de Inauguração

Cerimónia de Inauguração a 6 de Maio de 1934

Foi no dia 6 de Maio de 1934 que a Casa do Povo de Amora foi inaugurada, tendo sido a primeira Casa do Povo do distrito de Setúbal. Na festa de inauguração estiveram presentes, entre outros, o Dr. António Maria do Amaral Pyrrait, representante do subsecretário de Estado das Corporações e Previdência Social, o Dr. Mário Caes Esteves, Governador Civil do Distrito de Setúbal e o Presidente da Câmara Municipal do Seixal, Leopoldino Gonçalves de Almeida.

 

 

Em 17 de Maio de 1934, eram aprovados os primeiros corpos gerentes desta colectividade. Em assembleia geral ficou decidido que seriam: Manuel Saraiva de Carvalho (Presidente da Assembleia Geral), José dos Santos Ferreira (Vice-Presidente), Benjamim Valente da Fonseca (Secretário), António Pereira Coelho (Presidente da Direcção), Josué Bernardo d’Oliveira (Tesoureiro) e Francisco Marques Coelho (Secretário).

O Livro de Honra e a Bandeira desta colectividade foram inaugurados a 14 de Julho de 1935. Nessa cerimónia esteve presente  Senhor Director da Previdência Social, Dr. Pimenta da Gama, que teve a honra de içar a bandeira da Casa do Povo.

 

 

Os distintivos da Casa do Povo

O primeiro distintivo data da formação da colectividade. Nele, observam-se os edifícios da antiga Fábrica de Vidros de Amora e a muralha marginal da zona ribeirinha do rio Judeu, onde se vê um pequeno barco à vela característico desta região. Na parte inferior aparecem alguns pinheiros mansos, árvore frequente nesta zona ribeirinha. O conjunto fica completo com uma foice e um conjunto de espigas, representando a actividade agrícola desta freguesia. Há ainda lugar para o escudo da bandeira nacional no canto superior direito.

 

 

 

Este distintivo é o que ainda se mantém nos dias de hoje. Data de 1962 e nele aparece inscrito o nome Casa do Povo de Amora (hoje de Corroios). Destaca-se o brasão da Vila do Seixal (hoje cidade), duas foices (elemento que já existia no primeiro distintivo), uma roda dentada, que representa a industrialização, e um ramo de pinheiro com uma pinha.

 

 

O papel da Casa do Povo

Mais do que uma simples colectividade, a Casa do Povo de Corroios tinha como função prestar uma série de serviços à população em diversas áreas. Na área da Assistência Médica, o Dr. Amândio Fiadeiro, esteve ao serviço desta instituição durante mais de duas décadas. O seu consultório, instalado nesta Casa, estava devidamente equipado e os seus serviços em muito contribuíram para a população desta freguesia. Mensalmente, os sócios beneficiavam de subsídios referentes a casamento, nascimento de filhos, medicamentos, invalidez ou morte.


Na área da educação, a Casa do Povo promovia cursos nocturnos da responsabilidade da Professora Aurora Dias Azevedo. Também nesta área, eram projectados gratuitamente filmes didácticos e recreativos cedidos por algumas embaixadas. Havia ainda lugar para a apresentação de peças de teatro por grupos de Almada.

Numa outra área, as sucessivas direcções da Casa do Povo, mostraram-se sempre disponíveis para colaborar na instrução religiosa da população. As instalações desta colectividade eram muitas vezes cedidas para dar catequese ou para que se realizassem festas tendo em vista a angariação de fundos para a reconstrução da Igreja Paroquial de Corroios.
 
Na área da Assistência Social, a Casa do Povo recebeu subsídios e ajudas para que a Cantina Escolar de Corroios ajudasse as crianças de famílias pobres. Nas antigas instalações, era frequente a realização de festas de casamento e outras animações com grupos musicais para a obtenção de lucros para diversas causas.

 

 

As novas instalações

A 28 de Maio de 1963, era inaugurada a nova sede social da Casa do Povo. A obra custou 399.298$70. O Estado comparticipou em 40 % e os restantes 60% ficaram a cargo da colectividade.
 O novo edifício possuía muitos mais espaços de assistência e convívio. Destacam-se os serviços sanitários e lavabos que não existiam na sede anterior. O salão do 1º andar foi, na altura, considerado uma das melhores salas do Concelho do Seixal.
  
 As novas instalações vieram trazer novidades. Foi possível criar uma biblioteca que rapidamente ultrapassou 1 milhar de obras. Muitas destas obras eram oferecidas pela Junta de Acção Social que, em 11 de Julho de 1964, oferecia o 1º aparelho de televisão destas instalações. Sendo uma novidade, a existência da televisão levava muita gente ao bar da Casa do Povo para assistir às emissões da RTP.

Edifício da Casa do Povo em 1992

 

 

O 25 de Abril

Após o 25 de Abril de 1974, as novas direcções vieram dar um novo fôlego e uma nova dinâmica à colectividade, destacando-se inicialmente José Maria de Almeida e posteriormente Francisco dos Anjos Rodrigues, que ainda hoje se encontra à frente da Casa do Povo. Actividades como a alfabetização, o teatro ou o xadrez ganharam uma grande importância.

 

 

 

 

Entrega de prémios da 3.ª Maratona de Corroios, em 1988.

 

 

Da história mais recente, destacam-se os seguintes factos como sendo os mais importantes: Constituição da Secção de Karaté (1979), Criação do Grupo Coral Alentejano da Casa do Povo, com o nome Eco do Alentejo, e o inicio das actividades da Escola de Música (1980), Criação do Rancho Folclórico (1981), Constituição da Secção de Ginástica (1982), Constituição da Secção de Atletismo (1987), Constituição da Secção de Yoga  (1988) e Criação do Grupo de Música Popular Portuguesa da Casa do Povo com o nome Maré Viva (1989).

 

Grupo Coral Eco do Alentejo

Em 1992, a Casa do Povo de Corroios aumentou significativamente a área das suas instalações com a construção de um miniginásio. Esta obra, que teve o apoio da Câmara Municipal do Seixal e da Junta de Freguesia de Corroios, proporcionou um crescimento superior a 100% a um vasto leque de modalidades.
  
Hoje em dia, a Casa do Povo de Corroios é uma referência e um caso de sucesso entre as colectividades do Concelho do Seixal e do distrito de Setúbal. O objectivo da direcção é crescer para chegar a um número cada vez maior de praticantes, de músicos... de pessoas!

 

A Casa do Povo em 2002

 

 

Home

Contactos

Mapa do Site

© Casa do Povo de Corroios 2005